

O Grupo ISQ anunciou que ganhou três novos contratos na Argélia num valor global de um milhão de euros, reforçando, assim, a sua posição no país do Norte de África e no setor dos hidrocarbonetos.
Um dos contratos diz respeito a uma “avaliação técnica rigorosa, realizada em instalações e equipamentos industriais” para determinar a sua capacidade de continuar a operar de forma segura e eficiente e foi celebrado com o agrupamento RKF, uma parceria entre a espanhola Cepsa e a argelina Sonatrach.
“Este processo garante que os ativos existentes estão em conformidade com os padrões e a regulamentação, prolongando assim a sua vida útil e maximizando o retorno do investimento”, refere um comunicado hoje divulgado.
O projeto será tratado pelas empresas participadas do grupo ISQ Engenharia e a filial argelina ISQ-SARL.
Os outros dois contratos dizem respeito a proteção catódica, um método utilizado para prevenir a corrosão de estruturas metálicas submersas, enterradas ou aéreas, como plataformas, oleodutos ou tanques.
Um dos contratos foi celebrado com a GRN – agrupamento resultante de parceria entre Repsol e Sonatrach – e o outro com a Touatgaz, que reúne Engie, Eni e Sonatrach, ficando ambos a cargo da ISQ-SARL.
Junto da GRN, a filial argelina irá elaborar “procedimentos de inspeção, formação e ensaios de campo em coletores, tanques, tubagem e equipamentos de interligação de 26 poços de gás e uma linha de exportação de gás”, numa estrutura que produz oito milhões de metros cúbicos de gás por dia.
O contrato com a Touatgaz pressupõe a inspeção e assistência técnica nos campos Oued Zine e Hassi Ilatou, onde se encontram duas fábricas de tratamento de gás, 22 poços de gás, 11 poços água, tubagem, equipamentos de interligação e uma linha de exportação de gás de 28 polegadas”.
Citado no documento, o administrador do Grupo ISQ José Figueira aponta que a aposta na Argélia, onde está desde 2002, tem sido “uma aposta ganha, quer pelo volume de negócios, quer pela afirmação do ISQ”.
A empresa já faturou mais de 30 milhões de euros em contratos na Argélia, onde conta com mais de 100 trabalhadores.