Oferta de casas para arrendar recua 13% no primeiro trimestre

A quebra nacional contrasta com sinais de recuperação em 13 das 19 capitais de distrito e regiões autónomas analisadas pelo idealista.
Oferta de casas para arrendar recua 13% no primeiro trimestre
Artur Machado / Global Imagens
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O stock de habitação disponível para arrendamento em Portugal recuou 13 por cento no primeiro trimestre de 2026 face ao mesmo período de 2025, aponta a análise do idealista/data, a unidade de dados da proptech idealista.

A quebra nacional contrasta com sinais de recuperação em 13 das 19 capitais de distrito e regiões autónomas que constam da análise.

Faro registou o maior aumento de stock com mais 50%, seguido de Viana do Castelo com 41 p.p. e Ponta Delgada com 37%. Subidas relevantes também foram observadas em Bragança (36%), Vila Real (26%), Funchal (22%), Beja (18%), Setúbal (17%), Évora (16%) e Leiria (11%).

Por outro lado, seis capitais viram a oferta diminuir. Porto sofreu a maior redução com menos 35 p.p. e Coimbra teve uma queda de 31%. Guarda e Lisboa registaram quebras de 29 p.p. e 18%, respetivamente, enquanto em Castelo Branco houve uma redução de 16% e em Braga de 3%.

A análise por distritos e ilhas revela tendência semelhante. Em 14 das 20 áreas monitorizadas houve aumento do stock. São Miguel liderou com um crescimento de 58 p.p., seguido de Portalegre (38%) e Évora (31%). Também registaram aumentos de dois dígitos a Madeira (21%), Beja (16%), Viseu e Santarém (ambas com 14%).

Entre os distritos onde a oferta caiu destacam‑se Porto com menos 26 p.p. e Coimbra com menos 25%. Lisboa registou uma diminuição de 14 p.p. enquanto Faro e Castelo Branco tiveram recuos mais modestos (-2% e -3% respetivamente).

Oferta de casas para arrendar recua 13% no primeiro trimestre
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