

A rede imobiliária Remax fechou o primeiro trimestre de 2026 com um volume de preços de cerca de 2,03 mil milhões de euros, um crescimento homólogo de 3%.
A empresa atribui o melhor início de ano da sua história ao reforço da presença nacional, das equipas e da formação dos consultores num mercado marcado por forte procura e oferta limitada.
Os portugueses representaram 78% das transações.
Lisboa liderou o top 10 distrital com 33% das negociações, seguida pelo Porto (13,1%), Setúbal (9,9%), Braga (7,4%) e Aveiro (5,2%) — este último subiu uma posição face a 2025 e registou o maior aumento nacional.
Ao nível concelhio, o top 10 manteve‑se estável, com Vila Nova de Gaia a subir para o 3.º lugar e o Porto a cair do 6.º para o 8.º posto.
Os tipos de imóvel mais comercializados foram apartamentos (cerca de 57%) e moradias (25%). Entre os apartamentos, as tipologias T2 (46%), T3 (30%) e T1 (17%) foram as mais vendidas. Nas moradias, destacaram‑se T3 (40%), T2 (24%) e T4 (19%). Terrenos e lojas representaram entre 12% e 13% do total.
Ao todo, os consultores Remax negociaram com 91 nacionalidades, sendo que a brasileira aumentou a sua representatividade para 7,3% das transações (era 6,2% em 2025).
No final de março, a rede contava com 11.600 consultores e equipa comercial, distribuídos por 424 agências, tendo sido ministradas mais de 700 horas de formação, assegura a imobiliária em comunicado.
Segundo Beatriz Rubio, CEO da Remax, "os resultados alcançados nos primeiros três meses do ano demonstram o vigor e a robustez da marca, num contexto marcado por uma substancial falta de oferta habitacional, que acaba por limitar o próprio mercado".