

A NOS garantiu um resultado líquido - sem efeitos extraordinários não recorrentes – de 187 milhões de euros, o que representa um crescimento de 21,4% em termos homólogos. Já o resultado líquido consolidado da telecom ascendeu aos 272, 3 milhões. Os números foram conhecidos esta quarta-feira, após o fecho dos mercados.
As receitas consolidadas do grupo também registaram uma evolução positiva, crescendo 6,2% para 1 696,3 milhões de euros, com as receitas das telecomunicações a registar uma subida de 6,3%, muito alavancada pelo segmento empresarial, que disparou 9,6%. Segundo a NOS, estes resultados refletem “o aumento do número de serviços e de oferta de IT, e de ganhos de quota de mercado”.
Já as receitas de Cinema e Audiovisuais melhoraram 2,8% para 102,2 milhões de euros.
“Os resultados de 2024, ano em que celebrámos o 10º aniversário da NOS, foram os melhores de sempre da empresa, com crescimentos sólidos em receitas, EBITDA e resultado líquido antes de efeitos extraordinários”, referiu em nota enviada às redações o CEO da NOS, Miguel Almeida. “Foi um ano de conquistas, no qual mantivemos a nossa liderança no 5G, expandimos a nossa cobertura FTTH, e reforçámos a nossa proposta de valor diferenciadora, assente na superioridade tecnológica, na inovação e na construção de relações próximas e de confiança. O investimento significativo que fizemos ao longo dos últimos anos e a obsessão por melhorar continuamente a qualidade dos serviços que prestamos a famílias, empresas e instituições, continuam a ser reconhecidos pelos nossos clientes, justificando os resultados recorde alcançados”, continuou.
“A trajetória recente da empresa valida a estratégia definida e permite-nos encarar o futuro, que será extremamente desafiante, com confiança, reforçando o nosso compromisso de criação de valor para os clientes, parceiros, colaboradores e para o País.”
Recorde-se que a NOS adquiriu a Claranet no ano passado, por 152 milhões – um acordo que ainda está sujeito á não oposição da Autoridade da Concorrência - o que garantirá um aumento de número de clientes móveis da telecom em 278,9 mil, um movimento relevante para fazer face à entrada na nova operadora Digi no mercado nacional.