Barril avança 5% e alcança máximo desde o início da guerra, quase em 110 dólares

As negociações elevaram o preço para o ponto mais alto desde 2022, em nova fase de especulação sobre o disparo dos preços no setor. A guerra no Médio Oriente continua a gerar incerteza.
Barril avança 5% e alcança máximo desde o início da guerra, quase em 110 dólares
EPA/JUSTIN LANE
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A especulação sobre a subida dos preços na energia, fruto da guerra no Médio Oriente, continua a agitar os mercados financeiros.

As negociações pelo Petróleo Brent continuam no centro das atenções. Esta quarta-feira, o barril sobe 5% está próximo dos 109 dólares, depois de marcar máximos desde o início da guerra, ao início da tarde.

O Brent é negociado na bolsa de Londres e funciona como referência para este efeito nos mercados europeus.

Pelas 14h45, o barril rondava os 109,95 dólares, o que significa que superou, por alguns centavos, o máximo de 2022 que alcançou na noite de dia 8 de março (domingo). Pelas 17h30, rondava os 108,60 dólares, o que significa um acréscimo de 5,01%, desde o início da sessão.

Em causa está a incerteza associada ao conflito travado no Médio Oriente. Entre outros focos de tensão está o estreito de Ormuz, por onde passa cerca de 20% do comércio global de petróleo. Este fica junto à costa sul do Irão, que ameaçou atacar qualquer embarcação que procure atravessar aquela zona (exceto barcos iranianos e dos respetivos aliados).

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