

A Reserva Federal confirmou na quarta-feira, 17 de setembro, o corte nas taxas de juro de referência que era antecipado pelos mercados. Trata-se de um catalizador para a economia, que está a deixar os investidores animados, na medida em que as bolsas europeias negoceiam em alta.
Ao mesmo tempo, o ouro cai e o euro valoriza face ao dólar.
Entre as principais praças, é notório o ambiente positivo, em particular nas maiores potências. Os principais índices de Alemanha e França, as duas economias mais fortes da zona euro, estão a avançar 1,39% e 1,24%. Ao mesmo tempo, há acréscimos de 0,83% no Reino Unido, 0,69% em Itália e 0,62% em Espanha.
Destaque ainda para o Euro Stoxx 600, que reúne as 600 maiores cotadas das bolsas europeias. Este também dá um sinal de força, ao adiantar-se 0,87%.
Ao mesmo tempo, no mercado cambial há máximos de quatro anos. Um euro está a ser negociado por 1,1837 dólares, o que significa uma subida de 0,19% desde o início da sessão. Ora, desde agosto de 2021 que a divisa europeia não se tornava tão robusta face à congénere norte-americana.
De resto, trata-se de um incremento próximo de 15% desde o início de 2025, quando as duas se aproximaram da paridade (o euro rondava os 1,03 dólares).
Commodities ficam penalizadas
As principais matérias primas negociadas nos mercados internacionais estão a registar descidas. Ainda assim, falamos de variações leves.
O barril de Brent recua 0,44% até aos 67,65 dólares, ao passo que o crude está a cair 0,39% e fica-se pelos 63,80 dólares por barril.
Em simultâneo, os futuros do ouro recuam 0,29% até aos 3.706 dólares por onça, depois do máximo histórico alcançado na terça-feira, acima de 3.730 dólares.