

As tensões voltam a escalar no Médio Oriente e os mercados financeiros reagem em força. A procura dos investidores pelos futuros de energia está novamente em alta, com acréscimos que rondam os 3%.
O Brent (referência para o petróleo na Europa) sobe 3,08%, o que significa que os contratos futuros se fazem em torno dos 100,26 dólares por barril. Em simultâneo, o WTI (referência americana) ganha 3,43% e está nos 93,42 dólares.
A subida acontece depois de estes ativos de investimento recuarem para perto de 94 e 87 dólares, respetivamente, durante a manhã de quarta-feira, 25 de março.
Em simultâneo, os contratos futuros de TTF (referência europeia de gás natural) adiantam-se 2,97%, até aos 54,64 euros por MWh.
Na origem está, naturalmente, a guerra travada no Médio Oriente, que já se estendeu a países vizinhos e guia os mercados acionistas e de commodities desde o início de março. Nos desenvolvimentos mais recentes, o comandante da Marinha da Guarda Revolucionária do Irão terá morrido, em resultado de um ataque israelita.
Nesta manhã, acrescem relatos de que a Rússia tem planos para enviar drones e alimentos para o Irão. Uma medida de apoio ao Irão que seria um contributo para prolongar a guerra.