Miguel Setas sai da direção executiva da EDP e entra Pedro Vasconcelos

O atual membro do Conselho de Administração Executivo da Energias de Portugal renunciou ao cargo, decisão que terá efeitos no dia 12 de abril. O até agora responsável pela operação na Ásia será o novo administrador.
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Miguel Setas renunciou ao cargo de membro do Conselho de Administração Executivo da EDP, decisão que terá efeitos após a assembleia-geral da elétrica, agendada para 12 de abril, na qual vai ser designado o seu substituto, segundo informação enviada esta segunda-feira à Comissão do Mercado de Valores Mobiliários (CMVM). Pedro Vasconcelos, responsável pela operação da elétrica na Ásia, irá substituí-lo.

"A EDP - Energias de Portugal, S.A. (EDP) informa o mercado e o público em geral de que o membro do Conselho de Administração Executivo, Miguel Nuno Simões Nunes Ferreira Setas, apresentou a sua renúncia ao cargo, com efeitos no momento da designação de membro substituto na Assembleia Geral Anual da EDP, a realizar no dia 12 de abril de 2023", lê-se na mesma nota.

No documento, a empresa "agradece o importante contributo de Miguel Nuno Simões Nunes Ferreira Setas, que integrou o Conselho de Administração Executivo da EDP ao longo dos últimos oito anos, e reconhece a atuação exemplar, quer pessoal quer profissional, deste administrador".

Miguel Setas é também presidente do Conselho de Administração da EDP Brasil e faz parte do board da EDP Espanha.

Noutra nota, enviada à CMVM, a EDP informa que vai propor aos acionistas "a eleição de Pedro Collares Pereira de Vasconcelos enquanto membro do Conselho de Administração Executivo da EDP para o remanescente do mandato em curso relativo ao triénio 2021-2023, com efeitos a partir de 12 de abril de 2023".

"O engenheiro Pedro Collares Pereira de Vasconcelos integra os quadros da EDP desde 2007 e dispõe de um amplo conhecimento da Sociedade, com uma forte experiência no setor da energia, entendendo-se que dispõe das condições adequadas para integrar o Conselho de Administração Executivo da EDP para o remanescente do mandato em curso", lê-se na mesma nota.

No início do mês, a EDP anunciou uma oferta pública de aquisição (OPA) sobre 100% do capital social da sua subsidiária EDP Brasil, da qual detém 56%, tendo em vista a aquisição das ações detidas pelos acionistas minoritários.

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