"O Grito", temporariamente em Nova Iorque

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Ninguém sabe a quem pertence o quadro pintado pelo norueguês Edvard Munch - se bem que tudo indica que seja do magnata norte-americano Leon Black - mas uma coisa é certa: entre 24 de outubro e 29 de abril, "O Grito" vai estar na primeira galeria do 5º andar do MoMA, o Museu de Arte Moderna de Nova Iorque.

A obra-prima do pintor norueguês vai estar exposta durante seis meses no museu nova-iorquino, o que tornará a cidade ainda mais apetecível às visitas dos apreciadores de Arte.

O quadro - datado de 1895 - foi vendido há quatro meses em Nova Iorque por 120 milhões de dólares (qualquer coisa como 92 milhões de euros), tornando-se a obra mais cara alguma vez disponível para leilão.

Leon Black, indicado como "suposto" comprador do quadro de Munch, é membro da direção do MoMA e dono de uma das coleções privadas mais importantes dos Estados Unidos, que inclui obras de pintores como Van Gogh, Degas, Manet, Cézanne, Gauguin, Raphael, Daumier e Brancusi.

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