Paddy Cosgrave. O futuro dos eventos, Web Summit, Collision e um sonho por concretizar

No 23º episódio do <em>Made in Tech f</em>alamos com Paddy Cosgrave sobre o Collision (evento irmão da Web Summit que começa terça-feira - estamos a oferecer bilhetes) e as 100 startups portugueses por lá, a Web Summit e a incerteza sobre novembro e o futuro dos eventos em geral.
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É o rosto da Web Summit, que teve um ano de 2020 desafiante mas conseguiu montar uma estrutura para eventos online que tem recebido elogios da América à Europa. Paddy Cosgrave (que nos falou a partir de Donegal, na Irlanda, literalmente no meio do campo) é o convidado desta semana para uma conversa sobre o futuro dos eventos e algo mais imediato, o Collision, evento irmão da Web Summit dedicado à América do Norte, que segue para o segundo ano totalmente online.

Falamos nas startups portuguesas presentes (são 100), dos estudantes portugueses convidados (2200) e em algumas das celebridades (a lista está aqui e inclui David Beckham, Nicole Kidman e responsáveis do Twitter, Facebook, Wikipédia, etc), mas também no investimento de Cosgrave na londrina Hopin (que valorizou 100 vezes mais em apenas 12 meses) e do futuro dos eventos em geral, bem como da Web Summit.

Pode ganhar bilhetes para o Collision - detalhes disponíveis no podcast:

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- A incerteza em torno da Web Summit presencial em novembro (que continua a ser o objetivo), a palavra dada ao governo e o exemplo do MWC de junho (servirá como barómetro)

- As vantagens de ter parte da experiência online dos eventos antes e depois do evento presencial

- As tendências atuais (incluindo nos impostos às grandes tecnológicas e como pode prejudicar a Irlanda "mas beneficiar a Europa")

- O futuro do software que alimenta a Web Summit e que já começou a ser fornecido a outros eventos - a ONU foi o primeiro cliente em março, na calha está a criação de uma nova empresa para desenvolver esta área para até 2025 disponibilizar a tecnologia a todos, como a Pixar fez com a animação computacional

- As vantagens do turismo baseado em grandes eventos internacionais nas cidades - mais qualidade e poder de compra e menos confusão

- A necessidade (e incerteza) sobre o crescimento da FIL, algo que faz parte do contrato assinado

- O futuro dos eventos no seu todo e a realidade aumentada (e como a nova realidade online pode ajudar os eventos presenciais, que "continuam a ser mágicos e únicos").

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