Segundo o diário The Star, cerca de 30 computadores, designadamente do departamento de Aviação Civil, do Conselho de Segurança Nacional e da companhia aérea, foram infetados com um software maligno (malware) que retirou informação e a reenviou para um endereço de Protocolo de Internet (IP) chinês.
A agência governamental malaia CyberSecurity descobriu o malware enviado por correio eletrónico no dia seguinte ao desaparecimento do voo MH370 camuflado como uma notícia que anunciava a descoberta do avião.
O diretor executivo da CyberSecurity, Amirudin Abdul Wahab, disse que o vírus foi detetado depois de várias agências governamentais terem avisado que as suas redes estavam congestionadas com mensagens provenientes dos seus servidores.
"Estas mensagens de correio eletrónico continham informação confidencial, incluindo minutas de reuniões e documentos confidenciais, vários dos quais relacionados com a investigação do MH370", indicou o mesmo responsável ao The Star.
"Era um malware complexo que os programas antivírus não conseguiram detetar. Foi um ataque muito sofisticado", acrescentou.