Preço da habitação na China continuou a subir em agosto

O preço médio segue impulsionado na maior parte das zonas urbanas da China
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O preço médio da habitação nas 70 principais cidades chinesas continuou a aumentar em agosto, face ao mês anterior, impulsionado pela subida na grande maioria das principais urbes da segunda maior economia do mundo.

No total, 64 das 70 cidades de dimensão grande e média da China registou um aumento dos preços, um número superior a julho (51) e junho (55), segundo dados oficiais do Gabinete Nacional de Estatísticas chinês (GNE).

Apenas quatro cidades registaram uma queda, face ao mês anterior.

Os dados revelam que não estão a ter efeito as medidas adotadas nos últimos meses pelas principais cidades do país para travar a subida dos preços e travar uma possível "bolha" no setor.

O imobiliário é chave na economia chinesa, a segunda maior do mundo e motor da recuperação económica global.

Em agosto, o número de casas vendidas disparou 33%, face ao mês anterior, constituindo o ritmo de crescimento mais rápido dos últimos quatro meses.

Em termos homólogos, os preços subiram em 62 das 70 principais cidades chinesas.

A cidade que registou o maior aumento, face ao ano anterior, foi Xiamen, na costa leste da China, com os preços a subirem 44,3%.

Em Xangai, o preço das casas avançou 37,8%, nos últimos 12 meses, enquanto Shenzhen e Pequim, as outras grandes metrópoles chinesas, registaram um aumento de 37,3% e 25,8%, respetivamente.

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