Proença: "O salário mínimo deve ultrapassar 500 euros em 2013"

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A UGT quer que o salário mínimo

atinja, pelo menos, a plataforma dos 500 euros, em 2013. Atualmente

nos 485 euros, a central sindical considera "fundamental"

executar esse aumento.

"É fundamental aumentar o salário mínimo. A nossa posição sempre foi: quanto mais rápido se chegar aos 500 euros, melhor. Em 2013, o salário mínimo deve ultrapassar os 500 e poucos euros", afirmou esta tarde João Proença, numa conferência de imprensa na sede da UGT. "Apesar de haver sempre alguma destruição de emprego, achamos que o salário mínimo terá um impacto mais positivo que negativo no emprego."

A CGTP já disse exigir um aumento do salário mínimo até aos 515 euros.

O secretário-geral da UGT disse também estar aberto a propostas de alteração do modo de pagamento e aumento do salário mínimo. Em concreto, o pagamento em 12 meses, diluindo o valor do subsídio de férias e de Natal. "Há vantagens e desvantagens nas duas opções. Uma das desvantagens de pagar em 14 meses é reduzir o pagamento de horas extraordinárias, por exemplo", explicou João Proença.

Outra dos cenários avançados pelo sindicalista é a ligação do aumento do salário mínimo a algum tipo de critério, admitindo estar aberto a discutir a proposta da CIP que prevê uma indexação à produtividade.

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