Sindicatos e Cimpor acordam de revisão salarial que prevê aumento de 4%

Esta revisão prevê um primeiro aumento intercalar de 4%, "acrescido de mais 4% com aumentos mínimos sobre os salários praticados de 90 euros no primeiro semestre de 2023 e de 110 euros no segundo semestre".
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A Federação Portuguesa dos Sindicatos da Construção, Cerâmica e Vidro (Feviccom) assinou um contrato de revisão salarial com a Cimpor, que prevê, entre outros, um aumento intercalar de 4%, foi anunciado.

"Fruto da unidade, da elevada participação, intervenção e disponibilidade dos trabalhadores para a luta, ao longo de todo o processo negocial, os recentes plenários mandataram a Feviccom para assinar no dia 12 de abril a revisão do acordo de empresa para este ano", indicou, em comunicado, a estrutura sindical.

Esta revisão prevê um primeiro aumento intercalar de 4%, "acrescido de mais 4% com aumentos mínimos sobre os salários praticados de 90 euros no primeiro semestre de 2023 e de 110 euros no segundo semestre".

Soma-se ainda uma subida de, pelo menos, 8% nas cláusulas pecuniárias.

O sindicato precisou que no nível intermédio (nível oito), o aumento salarial mensal será de 142 euros no primeiro semestre de 2023 e de 162 euros no segundo semestre, passando assim dos 1.308 euros para 1.470 euros (+12%).

Por sua vez, no nível mais baixo o aumento será de 126 euros, enquanto no mais elevado (15) será de 292 euros.

Já as restantes matérias pecuniárias vão ter acréscimos entre 8% e 12,2%.

Neste âmbito, os subsídios de refeição, prevenção, trabalhador-estudante e as anuidades vão aumentar 8% e o subsídio de transporte 11,6% (cinco euros).

Os subsídios de turno vão crescer 12,2% na laboração contínua, fixando-se em 457,50 euros.

Estas atualizações vão ser processadas em abril, com retroativos a 01 de janeiro.

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