A privatização da Empresa Geral de Fomento (EGF), a entidade pública que
gere 66% da recolha e tratamento de resíduos sólidos urbanos do país,
deverá estar concluída em junho ou, o mais tarde no início de julho.
De
acordo com o calendário do procedimento hoje divulgado pelo ministro da
Energia, Jorge Moreira da Silva, os interessados devem apresentar as
propostas finais, ou vinculativas, durante o mês de junho, sendo que a
escolha do vencedor será tomada "alguns dias depois" o que atira a
conclusão do processo para junho ou, no limite, pra o início de julho.
Mas
antes disso ainda há muito a fazer. Segundo adiantou o ministro, numa
conferência de imprensa marcada para explicar a privatização, agora que o
processo foi aprovado em Conselho de Ministros, o que aconteceu hoje,
vai ter de ser definido e aprovado o caderno de encargos e as bases da
concessão. Isto acontecerá em março, tal como a publicação do anúncio do
concurso internacional no jorbnal da União Europeia.
Em abril
serão entregues as propostas indicativas por parte dos interessados que
serão depois avaliadas. Dessa avaliação é que sairão as empresas que
passam a uma segunda fase do processo e que poderão apresentar uma
proposta final.