CR7, Wi-Fi e soluções multicanal: portugueses em Barcelona

A Timwe apresentou jogos e um serviço centrado em Cristiano Ronaldo no Mobile World Congress
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Um dos lançamentos portugueses mais globais no Mobile World Congress foi o do serviço móvel CR7 Live Club. Desenvolvido pela Timwe em parceria com a VMS Communications, este serviço inclui conteúdos especiais e notícias exclusivas de Cristiano Ronaldo.

O futebolista continua a arrastar multidões à escala mundial e os fãs não só terão acesso a estes dados como podem concorrer a um encontro pessoal com CR7. O serviço chegou primeiro a Angola, Argentina, Colômbia. Qatar, Indonésia, Bahrain, Ghana, Kuwait e Emirados Árabes, e será lançado em março no México e outros mercados da América Latina e Médio Oriente.

A Timwe esteve presente em Barcelona com uma autêntica entourage: foram 30 pessoas da empresa portuguesa, mais hospedeiras para assistir no stand. “O nosso objetivo principal é sempre negócio. Este ano aproveitámos o momento para apresentar a nossa nova reorganização em termos de grupo e mostrar uma série de produtos em telemóveis”, diz ao Dinheiro Vivo Mariana Jordão, diretora de estratégia corporativa.

“Alguns em lançamento mundial, como a AppBox e WorldKidz.” A AppBox é uma solução curiosa, que permite acesso a aplicações Android premium pré-selecionadas conforme a estratégia dos operadores de telecomunicações, que são os principais clientes da empresa. Já o WorldKidz é um jogo educativo.

A Timwe é repetente no MWC e este ano investiu mais; Mariana Jordão garante que o stand esteve sempre cheio. “Duplicámos o número de salas de reunião este ano e voltámos a enchê-las.”

Mas a veterana absoluta do evento é a Wit Software, que está em Barcelona pelo 11º ano consecutivo. O propósito é sempre mais ou menos o mesmo: mostrar o que anda a fazer em termos de inovação. “Para esta edição do MWC, consolidámos a nossa experiência em RCS (Rich Communications Suite), apresentando uma oferta muito vasta nesta área, num momento em que a Google se assume como uma defensora pró-ativa da utilização desta tecnologia”, explica a responsável de comunicação Rita Soares.

Diz que a Wit é hoje “uma das empresas mais avançadas em RCS à escala global” e já tem negócios com alguns dos principais operadores de telecomunicações da Europa e da Ásia. Em destaque estiveram produtos de voz sobre WiFi, WebRTC, Comunicações Unificadas e TV de próxima geração. Viajaram até ao país vizinho 7 pessoas da Wit, que estiveram envolvidas em reuniões com potenciais parceiros e clientes. “Está tudo a correr bastante bem, o que nos leva a confirmar que a ida ao MWC é uma aposta ganha.”

No caso da Celfocus, uma joint-venture entre a Vodafone Portugal e a Novabase, estiveram 9 colaboradores de Portugal e dois do escritório no Dubai. Paulo Glórias, diretor de desenvolvimento de negócio da Celfocus, adianta que a empresa aproveitou para fazer o lançamento da nova versão da família de produtos Gowing, a sua solução multi-canal. No portfólio de ofertas da Celfocus estão tecnologias para acelerar as vendas e melhorar a eficiência do marketing, que englobam online, retalho e apps móveis. A Vodafone Portugal foi, há dois anos, um dos casos de estudo da empresa. Paulo Glórias diz que outro objetivo no MWC era “manter o diálogo com os clientes e parceiros” e que, feitas as contas, os resultados estão de acordo com as expectativas.

A feira de tecnologias móveis que encerra hoje teve ainda mais seis presenças portuguesas – WeDo Tecnologies, Aptoide, iMobile Magic, Hypelabs, Cleeben Technologies e a subsidiária portuguesa da Seqr.

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