Os planos do homem mais rico de África passam pela Premier League

Aliko Dangote diz que que tenciona comprar o Arsenal FC e o atual treinador do clube, Arsene Wenger, não faz parte dos planos.
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Aliko Dangote é um empresário nigeriano com uma fortuna avaliada em cerca de 12,3 mil milhões de dólares (cerca de 10,5 mil milhões de euros), o que faz dele o homem mais rico de todo o continente africano. Como qualquer empresário que se preze, Dangote não quer ficar por aqui e tenciona apostar em novos projetos, sendo um deles a compra de um dos principais clubes da Premier League, o Arsenal FC.

A revelação foi dada pelo próprio numa entrevista concedida à agência Bloomberg, onde falou também que, na lista de prioridades, está a conclusão da construção de uma e uma refinaria de petróleo no valor de 11 mil milhões de euros, em Lagos, na Nigeria.

Uma vez concluído o projeto, o passo seguinte poderá passar efetivamente pela entrada em campo no mundo que une os milhões ao futebol e pela aquisição do clube britânico, avaliado em 2,6 mil milhões de dólares, cerca de 2,2 mil milhões de euros.

Dangote adiantou que vai avançar com uma proposta de compra pelo Arsenal e que Arsène Wenger, o atual treinador do clube – e por sinal o técnico europeu há mais tempo à frente de um clube (desde 1996) - não fará parte do seu projeto futebolístico.

"A primeira coisa que faria seria trocar de treinador", afirmou.

Tal como Wenger, outros terão de ser substituídos

Caso a ideia se materialize, haverá outros obstáculos à compra do clube que, mesmo assim, não intimidam o empresário. Isto porque, atualmente, conta com participações de peso. São eles Stan Kroenke, multimilionário norte-americano que detém 67% do capital dos 'Gunners', e o russo Alisher Usmanov, com uma participação de 30%.

Nenhum deles será impedimento para que a proposta avance, uma vez que, tal como referiu Dangote à Bloomberg, "se fizer a oferta certa estou certo de que eles aceitariam".

Sobre o histórico do nigeriano, recorde-se que Aliko Dangote construiu a sua fortuna através de investimentos em negócios dos setores do cimento, petróleo, agricultura ou infraestruturas.

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