Presidente da Zon "satisfeito" com a assembleia-geral

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O presidente do conselho de administração da Zon Multimédia mostrou-se hoje "satisfeito" com a forma como decorreu a assembleia-geral de acionistas da operadora, afirmando que todos os pontos da ordem de trabalhos foram aprovados por unanimidade.

"Estamos satisfeitos com a forma como decorreu" a assembleia-geral, em que esteve representado 77,84 por cento do capital da operadora, afirmou Daniel Proença de Carvalho aos jornalistas, no final da reunião.

Questionado sobre as alterações previstas no ponto 4 da ordem de trabalhos, que aprovou a alteração da definição de operador concorrente, Proença de Carvalho disse que "era apenas um esclarecimento de uma dúvida de interpretação que alguns acionistas levantaram" e que a empresa quis resolver "de uma forma clara".

Já o presidente da Controlinveste e acionista da Zon, Joaquim Oliveira, afirmou, quando questionado pelos jornalistas sobre a formalização da alteração de estatutos, que está "tudo em consonância com os acionistas".

Na reunião magna de hoje, os acionistas da Zon Multimédia formalizaram a alteração aos estatutos aprovada no início do ano, que culminou na desblindagem da limitação dos direitos de voto, e votaram também favoravelmente a proposta de pagamento de um dividendo de 16 cêntimos.

As contas de 2011, ano em que o lucro da operadora caiu 3,5 por cento em relação a 2010, para 34,2 milhões de euros, foram também aprovadas, com um voto de louvor à gestão, de acordo com fonte oficial da empresa.

A Zon Multimédia tem como acionistas de referência a Caixa Geral de Depósitos (10,88 por cento), Kento Holding Limited (10 por cento), BPI (7,55 por cento), Espírito Santo Irmãos SGPS (5 por cento), Telefónica (4,99 por cento), Joaquim de Oliveira (4,84 por cento), Fundação Berardo (4,34 por cento), BES (3,84 por cento) e Ongoing Strategy Investments (3,29 por cento), de acordo com informação disponibilizada no endereço eletrónico da operadora.

Abaixo dos 3 por cento estão entidades como a Estevão Neves SGPS, o grupo Visabeira, o Norges Bank, o grupo SGC, a ESAF, o BES Vida e a Metalgest.

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