

A TotalEnergies fechou 2025 com um lucro líquido de 13,1 mil milhões de dólares (cerca de 11 mil milhões de euros à taxa de câmbio atual), o que representa uma redução de 17% face a 2024, anunciou o grupo.
O resultado líquido ajustado — que exclui elementos não recorrentes — situou‑se em 15,6 mil milhões de dólares (13,1 mil milhões de euros), uma descida de 15% em termos homólogos.
Os fluxos de caixa operativos quase atingiram os 28 mil milhões de dólares (23,5 mil milhões de euros), recuando 7%, segundo o grupo, devido ao aumento acelerado da produção.
A rentabilidade média do capital foi de 12,6%, valor que a empresa afirma ser “o melhor entre as grandes empresas pelo quarto ano consecutivo”, e o rácio de endividamento encerrou 2025 em 15%.
Patrick Pouyanné, presidente executivo da energética, salienta que “a TotalEnergies demonstra mais uma vez a sua capacidade de resistir à queda dos preços dos hidrocarbonetos, graças ao crescimento da sua produção de hidrocarbonetos e eletricidade”.
Para 2026, a companhia projeta investimentos líquidos de 15 mil milhões de dólares (12,6 mil milhões de euros), dos quais cerca de quatro mil milhões de dólares (3,4 mil milhões de euros) deverão ser aplicados em iniciativas de baixo carbono, sobretudo eletricidade renovável e centrais a gás. Em 2025, a produção de eletricidade renovável aumentou 21% e a produção de gás subiu 11%.
O conselho de administração aprovou ainda um aumento do dividendo de 5,6%, fixando‑o em 3,40 euros por ação para o exercício de 2025. De realçar que desde a estreia na bolsa de Nova Iorque a 8 de dezembro do ano passado, a ação valorizou quase 12%, superando os 62,5 euros.