CDS opta por "postura de prudência" em relação à "geometria complexa" das escolas

Francisco Rodrigues dos Santos, líder do CDS-PP, indica que o partido "só tem a opção de votar favoravelmente" à renovação do estado de emergência. Em relação ao encerramento de escolas, adotam uma "postura de prudência".
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O CDS "só tem opção de votar favoravelmente" o estado de emergência, considera Francisco Rodrigues dos Santos, líder do CDS-PP, após o fim da reunião no Infarmed.

Em votações anteriores o CDS tem optado pela abstenção na votação.

Para o líder do CDS, "o Governo tem de andar mais depressa e fazer melhor" para conter a emergência sanitária no país. Para o partido, o "Governo não pode continuar a dar esmolas a prejuízos de milhões."

Em relação ao possível encerramento de escolas, Rodrigues dos Santos aponta que sai da reunião "sem a sensação de consenso alargado dos especialistas em qual é a versão mais correta."

Por isso, "opta por postura de prudência". "É mais prudente estar a evitar novos riscos nas escolas ou manter abertas. Talvez nesta altura prudência recomende que todos os fatores de propagação sejam evitados", nota o CDS.

"Talvez nos inclinássemos mais para que escolas com alunos acima dos 12 anos optassem pelo ensino à distância", apontou, ainda que reconheça que o tema das escolas é uma "geometria complexa".

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