A verba, que equivale a 16% do PIB anual da cidade, será mobilizada nos próximos quatro meses e divide-se entre o reforço da segurança, apoio humanitário e ajudas diretas a empresas locais.
Por outro lado, as responsabilidades em depósitos aumentaram em cerca de mil milhões de euros, em parte devido ao investimento de particulares em certificados de aforro, diz o Banco de Portugal.