Num quadro de elevados custos energéticos, a AEP defende "apoios excecionais" aos setores mais expostos à subida dos preços da energia, lembrando que está em causa a competitividade das empresas.
Este crescimento é atribuído a interrupções no estreito de Ormuz e no Mar Negro, além de impactos climáticos significativos, diz a Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura.
A variação explica-se, refere o Eurostat, pelo facto de o consumo ter aumentado a um ritmo mais rápido do que o rendimento disponível bruto (1,3% e 1,1%, respetivamente).