Entre as medidas promulgadas inclui-se a redução do IVA de 23% para 6% na construção de imóveis destinados à venda ou arrendamento para habitação permanente, a “preços moderados”.
Era esperada uma subida na inflação, mas não tão agressiva quanto esta, nos 3,8%. Apesar de o maior aumento estar na energia, o indicador subjacente também acelerou para lá do esperado.
Sindicatos dizem que, "virada esta página importante e decisiva para os trabalhadores e para a SPdH", aguardam "com serenidade e confiança os desenvolvimentos relativamente às licenças".
De acordo com o comissário europeu da Habitação, a UE está, “infelizmente, no meio de uma crise habitacional, com demasiadas pessoas incapazes de encontrar uma casa a preços acessíveis”.