No 1.º trimestre, fatura energética líquida da economia, ou seja, descontando as exportações de combustíveis, foi de 1,3 mil milhões de euros, mostram contas do DN a partir de dados do INE.
O risco futuro está ligado ao aumento da inflação, notório no plano internacional. É que, num cenário de provável subida dos juros, os maiores bancos estão a emprestar mais dinheiro.