As vagas de calor formam um problema estrutural para as economias, de tal forma que podem fazer o consumo recuar 1,9% e o investimento tombar 6% em Portugal, entre 2026 e 2030, em termos cumulativos.
A agência para a Energia, responsável por desenvolver a plataforma de registo e emissão de créditos de carbono, celebra o momento, “ainda inicial”, com “satisfação”.