Os preços dispararam na Europa e nos Estados Unidos na sequência das reduções drásticas de exportações de alguns dos maiores produtores, como a Rússia, a Arábia Saudita e os Emirados Árabes Unidos.
O aumento foi menos intenso do que aquele que se registou em julho, mas foi o suficiente para o 'stock' atingir 44,6 mil milhões de euros, pelo que renovou máximos históricos.