O resultado histórico foi severamente impactado pela forte concorrência no mercado chinês e pela desvalorização de ativos da marca de luxo que o grupo detém.
Sem contar com o TSB nem com os efeitos extraordinários, o banco registou um lucro de 405 milhões no terceiro trimestre, mais 13% do que entre abril e junho.
Nos primeiros nove meses do ano, as vendas cresceram 4,8% para 27.815 milhões de euros, referiu o grupo em comunicado enviado à Comissão do Mercado de Valores Mobiliários.